RS tem tendência de redução nas mortes por Aids

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A Secretaria da Saúde do governo do Rio Grande do Sul informou, nesta quarta-feira, uma redução no número de mortes por Aids no Estado. Apesar disso, o Piratini enfatizou em nota a importância da prevenção para evitar novo alastramento da doença que ataca o sistema imunológico. Além disso, o RS ainda tem mortalidade bem acima do índice nacional pela doença.

Entre janeiro de 2007 e janeiro de 2017, foram notificados 194.217 casos de infecção pelo HIV no Brasil, sendo que 40.275 foram na Região Sul e 18.901 no Rio Grande do Sul. Em relação à mortalidade (com dados de 2016), a média nacional é de 5,2 óbitos para cada 100 mil habitantes. Na Região Sul, são 6,7 óbitos para cada 100 mil habitantes. E, no Estado, 9,6 óbitos para cada 100 mil habitantes. O número de mortes ainda é alto, mas há uma tendência de queda: só no RS, a taxa de mortalidade caiu 17,2% entre 2006 e 2016.

Nesta quarta, Porto Alegre recebeu a segunda reunião do Grupo de Trabalho da Unaids 2018. Pela primeira vez, o encontro ocorreu fora de Brasília, no Distrito Federal. O GT Unaids (Grupo Temático Ampliado das Nações Unidas sobre HIV/Aids) é um dos braços do Unaids, o programa da ONU que busca soluções para combater a enfermidade no mundo inteiro. Com a colaboração de parceiros globais, nacionais e regionais, a meta é acabar com a epidemia da Aids até 2030.

“Essa troca de informações é fundamental para termos mais sucesso e atingirmos nossas metas. O enfoque tem que ser nas populações mais vulneráveis e, especialmente, nos jovens. Temos que falar com eles, na linguagem deles”, explicou a diretora da Unaids Brasil, Georgiana Braga Orillard.

Sem uma vacina aprovada de controle, até hoje, o principal método preventivo contra o HIV segue sendo o uso da camisinha.

Fonte: Correio do Povo

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