Escritora de Nonoai terá texto publicado no livro AS COISAS QUE AS MULHERES ESCREVEM

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Daísa Rossetto é uma das 62 selecionadas para fazer parte da obra As Coisas que as Mulheres Escrevem, organizado por Luciana Lhullier que será lançada no Dia Internacional da Mulher


A escritora gaúcha, natural de Nonoai, que hoje reside em Portugal, é uma das 62 mulheres que encontram na primeira coletânea da Editora Desdêmona um espaço de acolhimento da sua voz. Os textos promovem uma viagem pelas ideias, sentimentos e histórias que povoam o universo feminino. Assim, a data de lançamento oficial não poderia ser mais condizente: dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Nessa noite, a partir das 18h30min, a Delta Livraria e Papelaria do Passo Fundo Shopping, localizado no município gaúcho de Passo Fundo, há 38 anos sede da Jornada Nacional de Literatura, recebe em seu espaço o evento de lançamento da obra, que deve contar com a presença de autoras, responsáveis pela editora,
convidados e público em geral.
No site da editora (www.editoradesdemona.com.br) é possível conferir a
lista completa de livrarias parceiras, onde a obra pode ser adquirida
fisicamente e online. Lá, encontram-se também as biografias de todas as
escritoras que compõem o livro.

Foto: Reprodução Facebook

A Desdêmona é a primeira editora no Norte do Rio Grande do Sul voltada
exclusivamente à escrita feminina. Com o objetivo de publicar trabalhos de
autoras mulheres e de incentivar autoras iniciantes a publicarem seus
trabalhos através de projetos, a iniciativa compreende que, em uma
sociedade onde cerca de 70% dos escritores brasileiros são homens, a
representatividade feminina dentro da literatura precisa ser incentivada.
O nome da editora é uma homenagem à personagem Desdêmona, da peça
de Shakespeare “Otelo, o mouro de Veneza”, encenada pela primeira vez
em 1604, em Londres. Na história, Desdêmona é vítima do ciúme delirante
do marido, Otelo, que fantasia estar sendo traído e, por isso, a mata por
asfixia. A escolha do nome para a editora é uma forma de simbolizar uma
nova oportunidade de uma mulher respirar e ser escutada.
Fonte: Revista Conexão Literatura

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